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	<title>Trabalhista Archives - Grupo Schneider</title>
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	<title>Trabalhista Archives - Grupo Schneider</title>
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		<title>Data-Drive: Tomada de decisão baseada em dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Schneider]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 18:33:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><!-- divi:heading {"textAlign":"center"} -->
<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Data-Drive: Tomada de decisão baseada em dados</h2>
<!-- /divi:heading -->

<!-- divi:paragraph -->
<p>Em um ambiente corporativo cada vez mais competitivo e dinâmico, a capacidade de decidir com agilidade e precisão tornou-se um diferencial estratégico. No entanto, muitas decisões ainda são guiadas pela experiência ou intuição — o que pode ser arriscado em um mercado pautado por evidências e métricas. É nesse contexto que o conceito de <strong>Data-Driven Decision Making (DDDM)</strong>, ou <strong>tomada de decisão baseada em dados</strong>, assume papel central.<br></p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:heading {"level":3} -->
<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que é ser uma empresa Data-Drive</strong></h3>
<!-- /divi:heading -->

<!-- divi:paragraph -->
<p>Ser <em>data-driven</em> significa que as decisões são tomadas com base em <strong>informações concretas</strong>, provenientes de indicadores, análises e relatórios confiáveis, e não apenas em percepções subjetivas.<br>Empresas com essa cultura utilizam dados para <strong>validar hipóteses, identificar oportunidades e mitigar riscos</strong>, transformando números em vantagem competitiva.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p>Essa abordagem vai muito além de ter acesso a planilhas ou dashboards: ela exige uma <strong>mudança de mentalidade</strong>. O empresário passa a questionar constantemente:</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:quote -->
<blockquote class="wp-block-quote"><!-- divi:paragraph -->
<p>“Essa decisão está apoiada em fatos ou apenas em percepções?”</p>
<!-- /divi:paragraph --></blockquote>
<!-- /divi:quote -->

<!-- divi:heading {"level":3} -->
<h3 class="wp-block-heading">Por que confiar em dados é mais seguro do que confiar apenas na intuição</h3>
<!-- /divi:heading -->

<!-- divi:paragraph -->
<p>A experiência e o instinto empresarial continuam valiosos — mas isoladamente, eles não são suficientes para lidar com o volume e a complexidade das informações atuais.<br><br>Ao basear decisões em dados, a empresa:</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- divi:list-item -->
<li><strong>Reduz o risco de erro</strong>: análises estatísticas e indicadores financeiros ajudam a antecipar resultados e evitar decisões precipitadas.</li>
<!-- /divi:list-item -->

<!-- divi:list-item -->
<li><strong>Aumenta a eficiência operacional</strong>: dados apontam gargalos e oportunidades de melhoria em tempo real.</li>
<!-- /divi:list-item -->

<!-- divi:list-item -->
<li><strong>Cria previsibilidade</strong>: métricas históricas permitem projetar tendências e planejar o futuro com mais confiança.</li>
<!-- /divi:list-item -->

<!-- divi:list-item -->
<li><strong>Favorece a transparência e a governança</strong>: decisões baseadas em evidências são mais fáceis de justificar a sócios, investidores e órgãos reguladores.</li>
<!-- /divi:list-item --></ul>
<!-- /divi:list -->

<!-- divi:heading {"level":3} -->
<h3 class="wp-block-heading">Indicadores que realmente importam para o empresário</h3>
<!-- /divi:heading -->

<!-- divi:paragraph -->
<p>Ser orientado por dados não significa acompanhar tudo, mas sim <strong>acompanhar o que faz diferença</strong>. Alguns exemplos práticos:</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:list -->
<ul class="wp-block-list"><!-- divi:list-item -->
<li><strong>Financeiros:</strong> margem de lucro líquido, EBITDA, fluxo de caixa operacional e ciclo de conversão de caixa.</li>
<!-- /divi:list-item -->

<!-- divi:list-item -->
<li><strong>Comerciais:</strong> CAC (Custo de Aquisição de Clientes), LTV (Lifetime Value), taxa de conversão e churn.</li>
<!-- /divi:list-item -->

<!-- divi:list-item -->
<li><strong>Operacionais:</strong> produtividade por colaborador, custo por processo, lead time e retrabalho.</li>
<!-- /divi:list-item -->

<!-- divi:list-item -->
<li><strong>Gestão de pessoas:</strong> turnover, absenteísmo e NPS interno.</li>
<!-- /divi:list-item -->

<!-- divi:list-item -->
<li><strong>Indicadores de desempenho estratégico (KPIs):</strong> aqueles diretamente relacionados aos objetivos do planejamento empresarial.</li>
<!-- /divi:list-item --></ul>
<!-- /divi:list -->

<!-- divi:paragraph -->
<p>Essas métricas fornecem uma visão clara do que está funcionando — e do que precisa ser ajustado — antes que os problemas se tornem crises.<br><br></p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:heading {"level":3} -->
<h3 class="wp-block-heading">Como implantar uma cultura Data-Driven</h3>
<!-- /divi:heading -->

<!-- divi:paragraph -->
<p>A transformação não ocorre da noite para o dia. É um processo contínuo que envolve tecnologia, capacitação e disciplina. As etapas mais importantes incluem:</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:list {"ordered":true} -->
<ol class="wp-block-list"><!-- divi:list-item -->
<li><strong>Organizar e padronizar os dados</strong> — consolidar informações financeiras, contábeis e operacionais em um sistema único (ERP, CRM ou BI).</li>
<!-- /divi:list-item -->

<!-- divi:list-item -->
<li><strong>Definir indicadores-chave (KPIs)</strong> — escolher métricas que realmente traduzam o desempenho estratégico.</li>
<!-- /divi:list-item -->

<!-- divi:list-item -->
<li><strong>Treinar a equipe</strong> — todos os níveis da organização devem compreender o valor dos dados e saber interpretá-los.</li>
<!-- /divi:list-item -->

<!-- divi:list-item -->
<li><strong>Tomar decisões com base em relatórios</strong> — substituir “achismos” por evidências.</li>
<!-- /divi:list-item -->

<!-- divi:list-item -->
<li><strong>Revisar periodicamente os resultados</strong> — o ciclo analítico deve ser constante e evolutivo.</li>
<!-- /divi:list-item --></ol>
<!-- /divi:list -->

<!-- divi:heading -->
<h2 class="wp-block-heading">Conclusão: decisões inteligentes constroem empresas sólidas</h2>
<!-- /divi:heading -->

<!-- divi:paragraph -->
<p>Empresas que tomam decisões baseadas em dados não apenas reduzem riscos: elas <strong>aumentam seu potencial de crescimento, competitividade e sustentabilidade</strong>.<br>A intuição pode ser o ponto de partida, mas os dados devem ser o mapa que orienta o caminho.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p>Adotar uma cultura <em>data-driven</em> é investir em clareza, eficiência e credibilidade — pilares de qualquer organização preparada para o futuro.</p>
<!-- /divi:paragraph -->

<!-- divi:paragraph -->
<p></p>
<!-- /divi:paragraph --></div>
			</div>
			</div>
				
				
			</div>
				
				
			</div>
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		<title>Nova NR-1: o que é, o que mudou e como sua empresa deve se adequar </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Schneider]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 14:38:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[abertura-de-empresa]]></category>
		<category><![CDATA[adequação-PGR]]></category>
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		<category><![CDATA[documentos-para-abrir-empresa]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciamento-de-riscos-ocupacionais]]></category>
		<category><![CDATA[GRO-NR-1]]></category>
		<category><![CDATA[ME-EPP]]></category>
		<category><![CDATA[norma-regulamentadora-atualizada]]></category>
		<category><![CDATA[nova-NR-1]]></category>
		<category><![CDATA[NR1-atualizada-2025]]></category>
		<category><![CDATA[obrigacoes-fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[PGR-NR-1]]></category>
		<category><![CDATA[PPRA-x-PGR]]></category>
		<category><![CDATA[schneider-contadores]]></category>
		<category><![CDATA[segurança-do-trabalho-2025]]></category>
		<category><![CDATA[substituição-do-PPRA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é a nova NR-1?&#160; A NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1) estabelece as diretrizes gerais sobre saúde e segurança no trabalho para todas as empresas. Com a atualização mais recente, em vigor desde 2022, a NR-1 passou a exigir a implementação de dois instrumentos fundamentais: o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e o Programa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O que é a nova NR-1?</strong>&nbsp;</p>



<p>A <strong>NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1)</strong> estabelece as diretrizes gerais sobre saúde e segurança no trabalho para todas as empresas. Com a atualização mais recente, em vigor desde 2022, a NR-1 passou a exigir a implementação de dois instrumentos fundamentais: o <strong>Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO)</strong> e o <strong>Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)</strong>.&nbsp;</p>



<p>Essas mudanças modernizam a legislação e exigem uma atuação mais preventiva e sistemática por parte dos empregadores.&nbsp;</p>



<p><strong>Quais são as principais mudanças da nova NR-1?</strong>&nbsp;</p>



<p>A nova NR-1 substituiu o antigo <strong>PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais)</strong> pelo <strong>PGR</strong>, inserido dentro do conceito mais amplo do <strong>GRO</strong>. Outras mudanças importantes incluem:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Obrigatoriedade do GRO e do PGR para a maioria das empresas</strong> </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Possibilidade de realizar treinamentos de segurança no formato EAD</strong> </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Critérios para validação, reaproveitamento e documentação de treinamentos</strong> </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Clareza nas responsabilidades do empregador em relação à segurança e saúde ocupacional</strong> </li>
</ul>



<p><strong>O que é o GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais)?</strong>&nbsp;</p>



<p>O <strong>GRO</strong> é um sistema de gestão que visa identificar, avaliar e controlar <strong>riscos ocupacionais</strong> em todas as atividades da empresa. Ele exige uma abordagem contínua e integrada, promovendo medidas preventivas para proteger os trabalhadores.&nbsp;</p>



<p><strong>Palavras-chave relacionadas:</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o que é GRO na segurança do trabalho </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>gerenciamento de riscos ocupacionais NR-1 </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>NR-1 atualizada GRO </li>
</ul>



<p><strong>O que é o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos)?</strong>&nbsp;</p>



<p>O <strong>PGR</strong> é o principal documento gerado a partir do GRO. Ele deve conter:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Um <strong>inventário de riscos ocupacionais</strong> detalhado </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Um <strong>plano de ação com medidas preventivas e corretivas</strong> </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Registro das <strong>responsabilidades e prazos de execução</strong> </li>
</ul>



<p><strong>Palavras-chave relacionadas:</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o que é PGR </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>substituição do PPRA pelo PGR </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>PGR segurança do trabalho 2025 </li>
</ul>



<p><strong>Quem está obrigado a cumprir a nova NR-1?</strong>&nbsp;</p>



<p>A maioria das empresas deve se adequar à nova NR-1, <strong>inclusive micro e pequenas empresas</strong>, exceto nos casos de dispensa previstos em norma (grau de risco 1 ou 2, sem agentes nocivos).&nbsp;</p>



<p>Se a sua empresa possui empregados e não está dispensada pela NR-1, é <strong>obrigatória a implementação do PGR e do GRO</strong>.&nbsp;</p>



<p><strong>Como funcionam os treinamentos na nova NR-1?</strong>&nbsp;</p>



<p>Uma das novidades da nova NR-1 é a <strong>autorização para realizar treinamentos em formato EAD</strong>, desde que observadas as seguintes exigências:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Carga horária e conteúdo compatível com a norma específica </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Controle de frequência e participação dos trabalhadores </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Avaliação de aprendizagem e certificação </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Registro documental completo </li>
</ul>



<p>Essa mudança representa uma modernização importante, reduzindo custos e facilitando a capacitação contínua.&nbsp;</p>



<p><strong>Como adequar sua empresa à nova NR-1?</strong>&nbsp;</p>



<p>Para se manter em conformidade com a nova NR-1, sua empresa deve:&nbsp;</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>Avaliar os riscos ocupacionais</strong> com base nos critérios do GRO </li>
</ol>



<ol start="2" class="wp-block-list">
<li><strong>Elaborar ou atualizar o PGR</strong>, com inventário de riscos e plano de ação </li>
</ol>



<ol start="3" class="wp-block-list">
<li><strong>Capacitar os colaboradores</strong> de acordo com a nova norma </li>
</ol>



<ol start="4" class="wp-block-list">
<li><strong>Manter documentação organizada e acessível</strong> para fiscalização </li>
</ol>



<p><strong>Quais os riscos de não cumprir a nova NR-1?</strong>&nbsp;</p>



<p>Empresas que não se adequarem à nova NR-1 podem sofrer:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Multas e autuações</strong> pelo Ministério do Trabalho </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Responsabilização civil e trabalhista</strong> em caso de acidentes </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Danos à reputação</strong> e impacto em certificações e auditorias </li>
</ul>



<p>Manter a conformidade legal é mais do que evitar multas: é proteger vidas e a integridade do negócio.&nbsp;</p>



<p><strong>Conte com a Schneider Contadores para estar em conformidade</strong>&nbsp;</p>



<p>Na Schneider Contadores, oferecemos <strong>consultoria completa para implementação do GRO e do PGR</strong>, além de orientações sobre treinamentos, documentos e práticas exigidas pela nova NR-1.&nbsp;</p>



<p>✅ Reduza riscos, evite autuações e promova um ambiente de trabalho mais seguro. <br>📞 (21) 3627-0700</p>
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		<title>Como Reduzir Legalmente o Valor dos Impostos da Sua Empresa: 6 Estratégias Contábeis Comprovadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Schneider]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 14:08:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução: Empresários constantemente buscam alternativas para reduzir legalmente os valores pagos em impostos, visando aumentar a lucratividade dos seus negócios sem infringir a legislação vigente. Este artigo aborda 6 estratégias contábeis efetivas e totalmente legais para você diminuir os encargos tributários da sua empresa. 1. Escolha Correta do Regime Tributário A escolha correta do regime [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" width="980" height="189" src="https://gruposchneider.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Sem-nome-980-x-189-px.png" alt="" class="wp-image-122082" srcset="https://gruposchneider.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Sem-nome-980-x-189-px.png 980w, https://gruposchneider.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Sem-nome-980-x-189-px-480x93.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 980px, 100vw" /></figure>



<p><strong>Introdução:</strong> Empresários constantemente buscam alternativas para reduzir legalmente os valores pagos em impostos, visando aumentar a lucratividade dos seus negócios sem infringir a legislação vigente. Este artigo aborda 6 estratégias contábeis efetivas e totalmente legais para você diminuir os encargos tributários da sua empresa.</p>



<p><strong>1. Escolha Correta do Regime Tributário</strong></p>



<p>A escolha correta do regime tributário é fundamental para minimizar a carga fiscal. Avalie regularmente qual regime se encaixa melhor ao perfil da sua empresa: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. Cada regime possui vantagens e desvantagens específicas conforme o faturamento e o setor de atuação da sua empresa.</p>



<p><strong>2. Planejamento Tributário</strong></p>



<p>O planejamento tributário envolve analisar detalhadamente a situação financeira e operacional da empresa para aproveitar benefícios fiscais disponíveis, tais como incentivos regionais, setoriais e créditos tributários. Realizar um planejamento tributário anual evita pagamentos indevidos e pode resultar em economia significativa.</p>



<p><strong>3. Distribuição Estratégica de Lucros</strong></p>



<p>Definir corretamente como remunerar sócios e gestores é essencial. A distribuição estratégica de lucros pode reduzir significativamente o pagamento de impostos, já que os lucros distribuídos não sofrem incidência de Imposto de Renda (IR) e INSS, ao contrário do pró-labore, que é tributado.</p>



<p><strong>4. Aproveitamento de Créditos Fiscais</strong></p>



<p>Empresas do Lucro Real podem se beneficiar de créditos fiscais como ICMS, IPI, PIS e COFINS. Esses créditos reduzem diretamente os valores devidos ao governo. É crucial uma gestão eficiente desses créditos, monitorando e utilizando-os corretamente para garantir economia.</p>



<p><strong>5. Gestão Eficiente das Despesas Dedutíveis</strong></p>



<p>Despesas dedutíveis, quando bem gerenciadas e corretamente lançadas, ajudam a reduzir a base de cálculo dos impostos. Gastos como aluguel, contas de consumo, materiais e serviços profissionais podem ser deduzidos legalmente, desde que comprovados adequadamente.</p>



<p><strong>6. Regularidade e Conformidade Fiscal</strong></p>



<p>Manter a empresa em conformidade fiscal evita multas, juros e penalidades que podem aumentar significativamente os gastos operacionais. Garantir que todas as obrigações tributárias sejam cumpridas dentro dos prazos legais ajuda a economizar recursos valiosos que seriam gastos em multas desnecessárias.</p>



<p><strong>Conclusão:</strong> Implementar essas estratégias legais para reduzir impostos é essencial para aumentar a saúde financeira da sua empresa. A assessoria especializada do Grupo Schneider pode orientar e auxiliar seu negócio na correta aplicação dessas práticas, garantindo economia e conformidade fiscal.</p>
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		<item>
		<title>Como escolher o melhor regime tributário para sua empresa em 2025</title>
		<link>https://gruposchneider.com.br/regime-tributario-ideal-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Schneider]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 13:41:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escolher o regime tributário ideal é uma das decisões mais importantes para a saúde financeira da sua empresa. Em 2025, com as atualizações da legislação e mudanças na economia, essa escolha exige ainda mais atenção. Neste artigo, você vai entender: O que é regime tributário? O regime tributário define como sua empresa irá calcular e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Escolher o regime tributário ideal é uma das decisões mais importantes para a saúde financeira da sua empresa. Em 2025, com as atualizações da legislação e mudanças na economia, essa escolha exige ainda mais atenção.</p>



<p>Neste artigo, você vai entender:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O que é regime tributário</li>



<li>Quais são os tipos disponíveis no Brasil</li>



<li>Como comparar os regimes na prática</li>



<li>Dicas para escolher o regime mais vantajoso</li>



<li>Quando revisar a opção atual</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O que é regime tributário?</h2>



<p>O regime tributário define como sua empresa irá calcular e pagar seus impostos. Ele impacta diretamente no <strong>valor da carga tributária</strong>, na <strong>forma de apuração dos tributos</strong> e no <strong>nível de burocracia</strong> envolvido na rotina contábil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os regimes tributários existentes no Brasil?</h2>



<p>Hoje, o empresário pode escolher entre três regimes principais:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Simples Nacional</h3>



<p>Criado para micro e pequenas empresas, com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano. Unifica vários tributos em uma única guia (DAS). Ideal para negócios com estrutura mais enxuta.</p>



<p><strong>Vantagens:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Menos burocracia</li>



<li>Alíquotas reduzidas (em muitos casos)</li>



<li>Pagamento unificado</li>
</ul>



<p><strong>Atenção:</strong> Nem sempre é o mais barato. Dependendo da atividade e da folha de pagamento, o Lucro Presumido pode ser mais vantajoso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Lucro Presumido</h3>



<p>Voltado para empresas com faturamento de até R$ 78 milhões anuais. Os impostos são calculados com base em uma margem de lucro presumida pelo governo, que varia conforme o setor.</p>



<p><strong>Vantagens:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cálculo simplificado</li>



<li>Pode ser mais econômico para empresas com boa gestão de custos</li>
</ul>



<p><strong>Atenção:</strong> Empresas com margem de lucro baixa podem pagar mais do que o necessário.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Lucro Real</h3>



<p>Obrigatório para empresas com faturamento acima de R$ 78 milhões ou atividades específicas (como instituições financeiras). Os impostos são calculados com base no lucro real da empresa.</p>



<p><strong>Vantagens:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pode ser vantajoso para empresas com prejuízo ou margens reduzidas</li>



<li>Permite compensação de prejuízos fiscais</li>
</ul>



<p><strong>Atenção:</strong> É o regime mais complexo e exige controle contábil rigoroso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como escolher o regime tributário ideal em 2025?</h2>



<p>Antes de tomar sua decisão, analise:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Faturamento anual</strong></li>



<li><strong>Tipo de atividade</strong></li>



<li><strong>Margem de lucro</strong></li>



<li><strong>Folha de pagamento</strong></li>



<li><strong>Previsão de crescimento</strong></li>



<li><strong>Benefícios fiscais disponíveis</strong></li>
</ul>



<p><strong>Importante:</strong> Uma análise malfeita pode gerar prejuízos ou pagamento indevido de tributos. Simulações precisas são essenciais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando devo revisar meu regime tributário?</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>No início de cada ano fiscal (prazo até janeiro)</li>



<li>Após mudanças significativas no faturamento ou estrutura da empresa</li>



<li>Quando há alteração na legislação (como as previstas para 2025)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Por que contar com apoio especializado?</h2>



<p>A escolha do regime não deve ser feita apenas com base em alíquotas. É preciso avaliar o impacto financeiro e operacional de cada modelo.</p>



<p>Na <strong>Schneider Contabilidade e Advocacia</strong>, você conta com especialistas em <strong>planejamento tributário personalizado</strong>. Nossa equipe analisa todos os cenários e apresenta a melhor opção para sua empresa pagar menos impostos <strong>com segurança jurídica</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">👉 Quer saber qual o melhor regime tributário para sua empresa em 2025?</h3>



<p><strong>Agende uma análise gratuita com nossos especialistas.</strong><br>Vamos identificar oportunidades e garantir que sua empresa comece o ano no caminho certo.</p>



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		<title>Como Abrir uma Empresa em 2025: Guia Completo Passo a Passo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Schneider]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 14:35:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Está pensando em abrir sua empresa em 2025? Neste guia atualizado, a equipe da Schneider Contadores explica tudo que você precisa saber para formalizar seu negócio com segurança contábil, evitar erros comuns e escolher o melhor regime tributário para começar no caminho certo. Documentos necessários para abrir uma empresa em 2025 Antes de tudo, é [&#8230;]</p>
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<p><strong>Está pensando em abrir sua empresa em 2025?</strong> Neste guia atualizado, a equipe da Schneider Contadores explica tudo que você precisa saber para formalizar seu negócio com segurança contábil, evitar erros comuns e escolher o melhor regime tributário para começar no caminho certo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Documentos necessários para abrir uma empresa em 2025</strong></h2>



<p>Antes de tudo, é preciso reunir a documentação básica. Veja os principais documentos exigidos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Documento de identidade e CPF dos sócios</li>



<li>Comprovante de endereço residencial e do ponto comercial (se houver)</li>



<li>Contrato Social (ou Requerimento de Empresário, para firma individual)</li>



<li>Indicação da atividade exercida (CNAE)</li>



<li>Definição do regime tributário</li>
</ul>



<p>Esses documentos são exigidos para registro na Junta Comercial, emissão de CNPJ e demais cadastros fiscais. Um contador ajuda a organizar e acelerar esse processo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>MEI, ME ou EPP: qual tipo de empresa escolher?</strong></h2>



<p>A definição do porte da empresa impacta diretamente no limite de faturamento e no regime tributário possível. Entenda as diferenças:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>MEI (Microempreendedor Individual):</strong> limite de R$ 81 mil/ano, com apenas um funcionário permitido. Há restrições de atividade.</li>



<li><strong>ME (Microempresa):</strong> limite de R$ 360 mil/ano, sem restrições de atividades.</li>



<li><strong>EPP (Empresa de Pequeno Porte):</strong> limite de até R$ 4,8 milhões/ano.</li>
</ul>



<p>Escolher a categoria certa evita problemas com a Receita Federal e com o fisco municipal.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como definir o CNAE ideal para o seu negócio</strong></h2>



<p>O CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) é o código que define a atividade exercida pela empresa. Ele impacta:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A carga tributária</li>



<li>As obrigações fiscais</li>



<li>A possibilidade de adesão ao Simples Nacional</li>
</ul>



<p>Um erro comum é escolher um CNAE incompatível com a atividade real da empresa — isso pode gerar fiscalização, multas e desenquadramentos. O contador é fundamental nesse momento.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real: qual escolher?</strong></h2>



<p>A escolha do regime tributário influencia diretamente no valor dos impostos. Veja as diferenças:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Simples Nacional:</strong> unifica tributos e é permitido para empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.</li>



<li><strong>Lucro Presumido:</strong> indicado para empresas com margem de lucro alta e faturamento até R$ 78 milhões/ano.</li>



<li><strong>Lucro Real:</strong> obrigatório para algumas atividades específicas e empresas de grande porte. Exige apuração mais detalhada.</li>
</ul>



<p>Cada modelo tem vantagens e desvantagens. Por isso, é essencial fazer um planejamento tributário com ajuda especializada.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quanto tempo leva para abrir um CNPJ?</strong></h2>



<p>O prazo varia de acordo com o estado e a complexidade da atividade, mas geralmente envolve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Registro na Junta Comercial</li>



<li>Obtenção do CNPJ na Receita Federal</li>



<li>Inscrição Municipal e/ou Estadual</li>



<li>Licenciamento e alvarás, se exigidos</li>
</ul>



<p><strong>Em média, o processo pode durar entre 5 e 15 dias úteis</strong>, desde que a documentação esteja correta.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Erros comuns ao abrir empresa (e como evitá-los)</strong></h2>



<p>Abrir uma empresa parece simples, mas há erros que podem custar caro:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Escolha errada de CNAE</li>



<li>Regime tributário incompatível</li>



<li>Falta de alvarás ou licenças</li>



<li>Contrato social incompleto ou genérico</li>



<li>Ausência de contador desde o início</li>
</ul>



<p>Com o apoio da Schneider Contadores, esses riscos são evitados desde o primeiro passo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>Abrir uma empresa em 2025 é um passo importante — e pode ser o início de uma trajetória de sucesso. Com o suporte contábil certo, você evita erros, cumpre todas as exigências legais e foca no crescimento do seu negócio.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Quer abrir sua empresa com segurança e agilidade? Fale com a equipe da Schneider Contadores.</strong></p>
</blockquote>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>FAQ – Perguntas Frequentes</strong></h2>



<p><strong>1. Preciso de contador para abrir empresa?</strong><br>Sim, exceto no caso de MEI. Para outros modelos, o contador é obrigatório por lei.</p>



<p><strong>2. MEI pode ter funcionário?</strong><br>Sim, apenas um. Mas existem limites de faturamento e tipos de atividade.</p>



<p><strong>3. Posso mudar o regime tributário depois de abrir?</strong><br>Sim, mas a mudança geralmente só pode ser feita no início do ano fiscal.</p>



<p><strong>4. Qual o custo para abrir uma empresa?</strong><br>O custo varia, mas geralmente fica entre R$ 500 e R$ 2.000, excluindo licenças e taxas específicas.</p>



<p><strong>5. Toda empresa precisa de alvará?</strong><br>Depende da atividade e da legislação municipal. Muitas sim.</p>
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		<title>Os Principais Indicadores Contábeis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Schneider]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2020 18:06:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora existam dezenas de diferentes indicadores que podem ser retirados de um demonstrativo de fluxo de caixa ou de resultado de exercício, como a lucratividade e o lucro operacional, quando nos referimos a indicadores contábeis, estamos falando daqueles extraídos do balanço patrimonial. 1. Índices de Liquidez a) Liquidez Corrente: tem como intuito avaliar o equilíbrio [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="821" height="274" src="https://gruposchneider.com.br/wp-content/uploads/2020/07/post_5_header.jpg" alt="" class="wp-image-121820" srcset="https://gruposchneider.com.br/wp-content/uploads/2020/07/post_5_header.jpg 821w, https://gruposchneider.com.br/wp-content/uploads/2020/07/post_5_header-480x160.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 821px, 100vw" /></figure>



<p>Embora existam dezenas de diferentes indicadores que podem ser retirados de um demonstrativo de fluxo de caixa ou de resultado de exercício, como a lucratividade e o lucro operacional, quando nos referimos a indicadores contábeis, estamos falando daqueles extraídos do balanço patrimonial.</p>



<h4 class="wp-block-heading">1. Índices de Liquidez</h4>



<p>a) Liquidez Corrente: tem como intuito avaliar o equilíbrio entre o ativo circulante e o passivo circulante.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>LC = Ativo Circulante / Passivo Circulante</p></blockquote>



<p>Quanto maior for esse resultado, melhor, pois isso indica que a empresa tem mais ativos do que passivos.</p>



<p>b) Liquidez Imediata: significa o quanto a empresa tem de capital disponível imediatamente para cobrir seus passivos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>LI = Disponível / Passivo Circulante</p></blockquote>



<p>Novamente, quanto maior for o resultado, melhor, pois isso indica capacidade de pagamento imediato de suas contas.</p>



<p>c) Liquidez Geral: esse indicador leva em conta todos os ativos e passivos tanto de curto quanto de longo prazo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>LG = (Ativo Circulante + Ativo Não Circulante) / (Passivo Circulante + Passivo Não Circulante)</p></blockquote>



<p>Como todos os índices de liquidez, quanto maior, melhor.</p>



<h4 class="wp-block-heading">2. Índices de Endividamento</h4>



<p>a) Grau de Endividamento: indica a porcentagem de capital de terceiros em comparação com o capital próprio da empresa.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>GE = (Capital de Terceiros / Patrimônio Líquido) * 100</p></blockquote>



<p>Nesse caso, quanto menos se depender de capital de terceiros, melhor.</p>



<p>b) Composição do Endividamento: Analisa a proporção entre os passivos de curto e longo prazos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>CE = (Passivo Circulante / Capital de Terceiros) * 100</p></blockquote>



<p>Quanto menor, melhor, pois isso indica que suas dívidas estão distribuídas ao longo do tempo.</p>



<p>c) Imobilização do Patrimônio Líquido: aponta quanto do patrimônio da empresa está aplicado em ativos permanentes</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>IPL = Ativo Permanente / Patrimônio Líquido</p></blockquote>



<p>Quanto menor, melhor, pois indica que o seu próprio capital não está imobilizado e lhe permite maior liberdade de pagamento/negociação de mídias.</p>



<h4 class="wp-block-heading">3. Indicadores de Rentabilidade</h4>



<p>a) Retorno sobre o Investimento: um dos indicadores mais famosos de todos, indica quanto dinheiro voltou para cada unidade monetária investida.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>ROI = (Lucro Líquido / Ativo Total) * 100</p></blockquote>



<p>Quanto maior, melhor, pois indica que você está tendo mais retorno sobre o capital investido.</p>



<p>b) Retorno sobre o Patrimônio: aponta o retorno da empresa sobre o capital próprio investido.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>RPL = (Lucro Líquido / Patrimônio Líquido) * 100</p></blockquote>



<p>Quanto maior, melhor, pois indica um retorno mai</p>



<p>c) Margem Líquida Operacional: é o resultado operacional percentual que sobra da receita líquida.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>MLO = (Resultado Antes das Receitas e Despesas Financeiras / Receita Líquida) * 100</p></blockquote>



<p>Quanto maior, melhor, pois indica maior lucratividade do negócio.</p>
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		<title>Principais Termos Contábeis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Schneider]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2020 18:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preparamos uma breve lista de termos que você certamente irá encontrar ao aprofundar-se nos estudos sobre fluxo de caixa, DRE ou balanço patrimonial: 1. Amortização: é o valor de um abatimento periódico. Por exemplo, se você pagou 20 reais de uma dívida de 100 reais, quer dizer que você amortizou R$20 ou 20% da sua [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="812" height="271" src="https://gruposchneider.com.br/wp-content/uploads/2020/07/post_4_header.jpg" alt="" class="wp-image-121815" srcset="https://gruposchneider.com.br/wp-content/uploads/2020/07/post_4_header.jpg 812w, https://gruposchneider.com.br/wp-content/uploads/2020/07/post_4_header-480x160.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 812px, 100vw" /></figure>



<p>Preparamos uma breve lista de termos que você certamente irá encontrar ao aprofundar-se nos estudos sobre fluxo de caixa, DRE ou balanço patrimonial:</p>



<p><strong>1. Amortização:</strong> é o valor de um abatimento periódico. Por exemplo, se você pagou 20 reais de uma dívida de 100 reais, quer dizer que você amortizou R$20 ou 20% da sua dívida.</p>



<p><strong>2. Arrendamento:</strong> é o aluguel por tempo determinado de um ativo. Por exemplo, você pode arrendar uma fazenda pagando um valor fixo ao dono, mas ficando com todo o lucro que conseguir gerar.</p>



<p><strong>3. Ativo:</strong> é o conjunto de bens e direitos de uma organização. Bens podem ser imóveis, veículos, etc. Direitos normalmente são ganhos futuros garantidos por contrato.</p>



<p><strong>4. Ativo Circulante:</strong> são os ativos que podem ser recebidos em no máximo 1 ano. Dinheiro em conta, estoques, duplicatas, etc.</p>



<p><strong>5. Ativo Imobilizado: </strong>oposto ao circulante, é aquele que ficará fixo por mais de um ano contábil. Normalmente são investimentos de longo prazo.</p>



<p><strong>6. Capital Social:</strong> é o valor definido no contrato social ou estatuto que definirá a participação dos sócios ou acionistas da empresa.</p>



<p><strong>7. Disponível:</strong> refere-se a todo o dinheiro imediatamente disponível, como caixa, conta bancária e cheques para cobranças.</p>



<p><strong>8. Exercício Social: </strong>é o período de 12 meses no qual cada organização deve apurar seu resultado. Ele pode ou não coincidir com o calendário-ano (janeiro-dezembro).</p>



<p><strong>9. Passivo:</strong> obrigações da organização que devem gerar saídas de capital.</p>



<p><strong>10. Passivo Circulante:</strong> obrigações de curto prazo que devem ser pagas em menos de 1 ano.</p>



<p><strong>11. Passivo Exigível:</strong> são obrigações com terceiros que se tornam credores da organização</p>



<p><strong>12. Passivo Não Circulante:</strong> são as obrigações que só vendem no exercício fiscal seguinte.</p>



<p><strong>13. Patrimônio Líquido:</strong> valor que os proprietários da empresa têm aplicado: Inclui-se o capital social, reservas de capital, e lucros.</p>
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		<item>
		<title>Empresas atuarão no repasse de recursos a fornecedores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Schneider]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2020 17:55:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresas atuarão no repasse de recursos a fornecedores A linha de crédito será operada diretamente pelo BNDES O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai disponibilizar até R$ 2 bilhões para empresas de grande porte atuarem como “âncoras” e fornecerem capital de giro para seus fornecedores e clientes, informou ao Valor o assessor [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Empresas atuarão no repasse de recursos a fornecedores</h2>



<h4 class="wp-block-heading">A linha de crédito será operada diretamente pelo BNDES</h4>



<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai disponibilizar até R$ 2 bilhões para empresas de grande porte atuarem como “âncoras” e fornecerem capital de giro para seus fornecedores e clientes, informou ao Valor o assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos, ex-presidente do Sebrae. Ele reuniu-se ontem com BNDES, Sebrae e um conjunto de empresas para tratar do mecanismo inédito no Brasil.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“É uma iniciativa de tempos de guerra que vai gerar um filhote para tempos de paz”, disse Afif.</p></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Hoje estamos dando oxigênio para capital de giro, mas imagine usar esse mecanismo para investimentos de longo prazo a juros compatíveis, que antes só tinha para a JBS.”</p></blockquote>



<p>Esse mecanismo, que Afif comparou a “respiradores de baixo custo” para empresas, foi formulado a partir da constatação de que nem o BNDES nem o sistema bancário têm capacidade de emprestar ao pequeno varejo. Decidiu-se passar o papel de âncora para grandes empresas não financeiras, que têm carteiras de fornecedores e clientes cuja sobrevivência na pandemia é de seu interesse. As ancoradas serão micro, pequenas e médias empresas.</p>



<p>Afif destacou a atuação do presidente do BNDES, Gustavo Montezano, na estruturação dessa ferramenta. A linha de crédito será operada diretamente pelo BNDES, que emprestará até R$ 200 milhões por empresa âncora. O prazo de carência será de até 24 meses, com pagamento em até 60 meses.</p>



<p>O custo será de Selic mais 0,1% ao mês, acrescido de uma taxa de risco que variará entre 1,4% e 1,6% ao ano. A garantia será dada pela empresa âncora que, se for o caso, pode pedir uma há 3 horas Finanças garantia suplementar a sua ancorada.</p>



<p>A empresa âncora assume a responsabilidade perante o banco e se compromete a repassar os recursos a seus ancorados nas mesmas condições recebidas. “Ela não pode ter ganho, não pode fazer intermediação”, disse. Afif informou que a proposta foi bem-recebida pelas empresas presentes à reunião. E que elas estão dispostas a utilizar o mecanismo.</p>



<p>Não é necessária uma regulamentação adicional, informou. O BNDES já pode receber as propostas. Não havia impedimento a esse tipo de operação. “Faltava a iniciativa”, disse.</p>



<p>Essas operações poderão atender a negócios muito pequenos no interior do país, que não necessariamente conseguiriam acessar as linhas do Programa de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). A Caixa anunciou ontem o início das operações com essa linha.</p>



<p>O ex-presidente do Sebrae disse que grandes instituições financeiras, como Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil, já informaram que vão emprestar com o Pronampe.</p>



<p>O governo negocia no Congresso o uso de R$ 5 bilhões que estão em um fundo para o desenvolvimento da infraestrutura turística no Brasil para fortalecer o Fundo Garantidor de Operações (FGO), que dá suporte ao Pronampe. Afif comentou que recursos adicionais são bemvindos. E brincou que, se faltar dinheiro, será um bom sinal.</p>



<p>Na semana passada, em videoconferência com associações dos setores de varejo e serviços, o ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a falar na possibilidade de o governo perdoar dívidas de empréstimos tomados por empresas.</p>



<p>Afif explicou que esse mecanismo poderá ser acionado se o Pronampe não der certo. Essa ferramenta cria uma espécie de conta corrente da empresa na Receita Federal. Ela obtém o empréstimo com recursos do Tesouro e vai quitando com o pagamento de tributos. “Quando atingir o montante [emprestado], zera a conta”, explicou. Se acionado, esse crédito poderá ser oferecido às microempresas e, talvez, para as de médio porte.</p>



<p>Guedes também ouviu na reunião com associações pedidos de medidas específicas para determinados setores, como o de turismo, que será dos últimos a retomar sua atividade. Ou serviços de saúde e educação.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Não queremos fazer tratamento setorial”, afirmou Afif. “Na hora que começarmos a fazer isso, vai ter fila e uns levam, outros não.” Por isso, a intenção é adotar mecanismos universais. Como, por exemplo, as linhas que fazem parte do Pronampe. </p></blockquote>



<p>Estamos à disposição para qualquer esclarecimento adicional.</p>



<p>Fonte: <a href="https://valor.globo.com/financas/noticia/2020/06/17/empresas-atuarao-no-repasse-de-recursos-a-fornecedores.ghtml" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">Valor, O Globo</a></p>
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